Há duas semanas, o juiz Robson Barbosa de Azevedo condenou o Greenpeace por danos morais contra a senadora Katia Abreu, presidente da CNA, que ajuizou a ação após protesto realizado no Senado.

Em 2009, o Greenpeace chamou a líder do agronegócio de “miss desmatamento” por apoiar um novo Código Florestal que estimula o aumento da destruição de nossas florestas.

Confiante na Justiça e no seu direito constitucional de trabalhar pela proteção do meio ambiente, o Greenpeace vai recorrer  contra essa condenação. “O Brasil merece uma agricultura mais sustentável, justa e com maior produtividade, e não precisa acabar com a vegetação natural para isso.” Disseram os responsáveis pela organização no Brasil.

Se condenados, cumprirão a decisão. Mas afirmam não se calarem contra aqueles que não respeitam o bem comum e o direito da sociedade de ter um Brasil verde, limpo e justo.

“Assumimos a responsabilidade por nossas ações, e reiteramos nossa natureza pacifista e a legitimidade de nossos atos. O Greenpeace é uma organização independente, que expõe situações que ameaçam o nosso planeta por meio de ações não violentas.” Afirmam.

Fonte: Greenpeace Brasil

Edição: Ina Clara

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